Temos ouvidos falar de campanhas de sensibilização, desenvolvida pela sociedade Ponto Verde (spv), responsável pela maior parte da Reciclagem em Portugal. Isto diz respeito á separação dos diversos tipos de lixo. Os materiais que devemos separar são o vidro, os plásticos /metais e o papel/cartão. Dizem os entendidos que o vidro fica um milhão de anos na natureza sem se decompor; o plástico pode levar até quinhentos anos e há alguns que nunca chegam a decompor-se totalmente; as latas de refrigerantes levam de oitenta e cem anos a decompor-se; o papel e o papelão podem levar três a seis meses para serem absorvidos.
Pode parecer á primeira vista que tudo isto seja uma mania das novas gerações e que devem ser as crianças a começar a fazer isto. Não, não, isto de realizar acções de reciclar, reutilizar e reduzir é um serviço que se presta “Á NOSSA CASA COMUM – PLANETA TERRA ″– CASA ESTA ONDE VIVEMOS ″
As autoridades autárquicas têm já feito distribuição de contentores próprios para os resíduos acima descritos.
Compete a nós fazer a separação e colocar o material no devido contentor. Chama-se Ecopontos o local onde se encontram os contentores do papel/papelão, do vidrão, do plástico/metais e pilhão (pilhas). É verdade que há ainda falhas na distribuição dos Ecopontos, mas não espere ter cada família um á sua porta, pois a vida também é feita de sacrifícios e não só de comodidades. O preço que temos de pagar pela não separação ou reciclagem do lixo é demasiado alto para um esforço tão pequeno. E não se pense que falamos só do futuro do planeta, há igualmente questões económicas e políticas e já não dependemos exclusivamente de nós para conduzirmos o nosso país. Bruxelas exige de Portugal um esforço no sentido da reciclagem, senão pagaremos o preço que as suas multas nos ditarem.
Pode parecer á primeira vista que tudo isto seja uma mania das novas gerações e que devem ser as crianças a começar a fazer isto. Não, não, isto de realizar acções de reciclar, reutilizar e reduzir é um serviço que se presta “Á NOSSA CASA COMUM – PLANETA TERRA ″– CASA ESTA ONDE VIVEMOS ″
As autoridades autárquicas têm já feito distribuição de contentores próprios para os resíduos acima descritos.
Compete a nós fazer a separação e colocar o material no devido contentor. Chama-se Ecopontos o local onde se encontram os contentores do papel/papelão, do vidrão, do plástico/metais e pilhão (pilhas). É verdade que há ainda falhas na distribuição dos Ecopontos, mas não espere ter cada família um á sua porta, pois a vida também é feita de sacrifícios e não só de comodidades. O preço que temos de pagar pela não separação ou reciclagem do lixo é demasiado alto para um esforço tão pequeno. E não se pense que falamos só do futuro do planeta, há igualmente questões económicas e políticas e já não dependemos exclusivamente de nós para conduzirmos o nosso país. Bruxelas exige de Portugal um esforço no sentido da reciclagem, senão pagaremos o preço que as suas multas nos ditarem.
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