As questões ambientais tornam-se cada vez mais prementes, pois futuro da Humanidade, pode depender em muito delas.
Da nossa experiência como habitantes do planeta terra, podemos verificar que o seu processo de transformação e renovação é cíclico e, muitas vezes, culmina numa catástrofe como foi o caso dos dinossauros. Mas a menos que queiramos ser comparados a criaturas jurássicas, podemos usar a nossa inteligência para desempenhar um papel bem mais activo.
Cuidar do ambiente é um dever cívico de todos nós, mas sobretudo é um dever cristão. Temos obrigação de proteger o planeta e de criar condições necessárias para que os vindouros possam usufruir de tudo o que a natureza proporciona; no fundo, resume-se a uma questão de direitos, deveres e liberdade.
No campo da filosofia utiliza-se muitas vezes a máxima de que “ a minha liberdade termina onde começa a do outro ". Isto quer dizer que não devemos interferir nas condições de vida do próximo, temos de assegurar-se, no mínimo, as mesmas condições de que usufruímos. Cumprir este primeiro objecto não está a ser tarefa fácil. O meio ambiente tem-se degradado a um ritmo alucinante de ano para ano. Desde a década de oitenta do século passado, vários países do mundo tomaram consciência de que era urgente fazer algo pela terra e consideraram importante criar um desenvolvimento “sustentável”. Todos acordaram que o desenvolvimento industrial era essencial, mas sempre com a preocupação de respeitar o mais possível o meio ambiente, nomeadamente, através da criação de “indústrias verdes”. Isto funcionou, mas sempre parcialmente. Os países mais industrializados foram os que colocaram mais entraves e, ao fim de todos estes anos, ainda se vêem grandes potências recusar-se a assinar protocolos como os de Quioto, que prevê a redução da emissão de gases poluentes.
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