A primeira vez que surgiu a preocupação com as alterações climatéricas foi em 1992, na Convenção das Nações Unidas sobre as alterações climatéricas, em que se alertava para a importância e impactes do aquecimento global. Mas como o que não é lei não constitui problema nem obrigação, não teve grande repercussão. Em 1997 surgiu a intenção de criar o PROTOCOLO DE QUIOTO, cujo objectivo era reduzir em 5% até 2012 as emissões de dióxido de carbono e potenciar a criação de infra-estruturas e tecnologias verdes que permitissem o desenvolvimento sustentável.
Para se tornar lei, este acordo tinha de ser ratificado por países que somassem 55%das emissões de GEF para atmosfera. Em nome da sua economia e desenvolvimento interno os Estados Unidos da América, responsáveis só eles, por 25%de gases emitidos, recusaram fazer parte do Protocolo. A Rússia, emissora de 17%de GEE, manteve-se indefinida até 2004. Somente a 16 de Fevereiro deste ano de 2005 foi possível fazer entrar em vigor as novas directrizes deste Protocolo.
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