terça-feira, 1 de abril de 2008

Que futuro para o nosso planeta...

Estando em causa o futura da vida sobre este nosso planeta, ou perigando a vida, não se compreende a inércia e a lentidão em dar passos para não tornar inviável a vida dos vindouros.
A mudança climatérica era, até há pouco tempo, um fenómeno natural. O que torna difícil, por vezes, perceber é onde termina a força da natureza e onde começa a intromissão do homem. Além disso, há vários fenómenos climatéricos dos quais ainda não conseguimos ter um profundo conhecimento e isto torna ainda mais complicada a maneira eficaz de agir.
Apesar de todas as dúvidas que ainda possam existir sobre as consequências do aquecimento, a comunidade científica parece concordar que a acção do homem e a emissão de gases tem de ser travada. Já se notam os efeitos tanto na Antártida como no Árctico, onde as camadas e a densidade do gelo têm vindo a diminuir. Ainda que sem certezas absolutas, consegue traçar-se um cenário do que poderá acontecer.
Por exemplo em Portugal, são visíveis a seca, os incêndios, a subida dos níveis das águas, o aumento das temperaturas no verão. Para não falar, a nível mundial, das cheias da perda de espécies animais e vegetais, da falta de água potável, da necessidade de aumento de energia para arrefecimento, do aparecimento de doenças relacionadas com o calor, do desaparecimento de ilhas, de cidades e de parte de países.
O que fazer? Para já, o governo dos vários países devem procurar reduzir drasticamente as suas emissões perigosas e preferir as tecnologias verdes não agressivas, se possível para além do estipulado pelo protocolo de Quioto, pois há quem o considere insuficiente. A cada um de nós compete gestos que estão ao nosso alcance, por exemplo: diminuição de consumo de energia e de água, opção pelos transportes públicos, separação de lixo para reciclagem, entre outros.

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