quarta-feira, 30 de abril de 2008

Dia da Mãe


Dia da Mãe
Intenso
Amor


De entre nós os dois
A mãe e filho e os bons


Momentos que
Acontecem
Entre nós, para sempre se-
rão recordados
Marco Esteves








4 De Maio 2008






Porque é Dia da Mãe?

Porque o seu amor é incondicional.





Porque ela é linda.

Porque ela nunca se põe em primeiro lugar.

Porque não há ninguém como ela.

Porque ela é a melhor Mãe do mundo.

Dia da Mãe

Mãe...
Uma pessoa sem igual
Forma-nos como pessoa
É alguém muito especial.
Alguém que está presente
Nos bons e maus momentos
E mesmo ausente
Nos livra dos tormentos.
Vai estar sempre
No nosso coração
No melhor lugar
Sem impor condição.

terça-feira, 22 de abril de 2008

O Dia da Liberdade - A Revolução dos Cravos

Até ao dia 24 de Abril de 1974, o regime político que se vivia em portugal era o Estado Novo (começado por Salazar), onde, na altura, o chefe de estado era Marcelo Caetano.

Não existia liberdade de expressão e muitas pessoas tinham sido presas e torturadas pela PIDE por causa disso.

No dia 24 de Abril de 1974, um grupo de militares comandados por Otelo Saraiva de Carvalho instalou secretamente o posto de comando do movimento revolucionário no quartel da Pontinha, em Lisboa.
Às 22h 55m é transmitida a canção ”E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, pelos Emissores Associados de Lisboa, emitida por Luís Filipe Costa. Este foi um dos sinais previamente combinados pelos revolucionários e que desencadeou a tomada de posições da primeira fase do golpe de estado.
O segundo sinal foi dado às 0h20 m, quando foi transmitida a canção ”Grândola Vila Morena“, de Zeca Afonso, pelo programa Limite, da Rádio Renascença, que confirmava o golpe e marcava o início das operações.
À Escola Prática de Cavalaria, que partiu de Santarém, coube o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço. As forças da Escola Prática de Cavalaria eram comandadas pelo então Capitão Salgueiro Maia. O Terreiro do Paço foi ocupado às primeiras horas da manhã. Salgueiro Maia moveu, mais tarde, parte das suas forças para o Quartel do Carmo onde se encontrava o chefe do governo, Marcello Caetano, que ao final do dia se rendeu, fazendo, contudo, a exigência de entregar o poder ao General António de Spínola, que não fazia parte do MFA, para que o "poder não caísse na rua". Marcello Caetano partiu, depois, para a Madeira, rumo ao exílio no Brasil.
A revolução resultou na morte de 4 pessoas, quando elementos da polícia política (PIDE) dispararam sobre um grupo que se manifestava à porta das suas instalações na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa.
O cravo tornou-se o símbolo da Revolução de Abril de 1974; Com o amanhecer as pessoas começaram a juntar-se nas ruas, solidários com os soldados revoltosos; alguém (existem várias versões, sobre quem terá sido, mas uma delas é que uma florista contratada para levar cravos para a abertura de um hotel, foi vista por um soldado que pôs um cravo na espingarda, e em seguida todos o fizeram), começou a distribuir cravos vermelhos para os soldados, que depressa os colocaram nos canos das espingardas.
Por ter acabado com a Ditadura em Portugal, a revolução foi uma das mais importantes da história de portugal, o seu dia foi considerado o dia da liberdade e ainda hoje é feriado nacional.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Poluição atmosférica e impactos



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terça-feira, 8 de abril de 2008

terça-feira, 1 de abril de 2008

Portáteis

Clima e Efeito Estufa

Não é preciso ser-se cientista para nos apercebermos que o clima está, de facto, a alterar-se. O responsável? Nós. Porquê? Porque com os nossos actos, degradamos a camada do ozono e descontrolamos o efeito de estufa. Resultado? O sobreaquecimento da terra.
O efeito de estufa é um fenómeno natural e bom que faz com que o planeta tenha uma temperatura média suportável. Se assim não fosse, a terra seria aproximadamente 34º mais frio. Este efeito consiste na projecção de radiação infravermelha ou calor para a camada protectora da terra (vapor de água e gases com efeito de estufa, nomeadamente o dióxido de carbono); uma parte é absorvida e reenviada (efeito espelho) e outra fica concentrada na atmosfera. O problema é que quando os gases com efeito de estufa (gee), são em demasia, deixa de haver equilíbrio e a terra acumula demasiado calor. As florestas, através das fotossínteses, têm a capacidade de absorver o carbono da atmosfera. No entanto, a quantidade deste gás é tão elevada, actualmente, que já ultrapassa em larga medida a capacidade deste “pulmões”.
No último século a temperatura média subiu 0,7ºC, mas os cientistas prevêem que, até 2100 esta subida situar-se – á entre os 2º e os 5,8ºC.
Esta situação terá como consequência a imediata subida do nível das águas, o que já tem acontecido de forma visível. Inúmeras praias da nossa zona costeira têm visto diminuir os seus areais. Portugal está situado á beira-mar e vai sofrer danos avultados á média que a sua terra for sendo engolida pelo mar. Se nada for feito, países como a Holanda, Bengladesh, Moçambique e Guiné – Bissau poderão ver-se a braços com situações complicadas e algumas ilhas do Pacífico poderão ficar totalmente submersas.

Gases Nocivos Libertados para a Atmosfera

A emissão de gases poluentes é a causa principal do efeito de estufa e da degradação da camada protectora de ozono. São as actividades humanas, como indústrias, transportes consumo de energia, desflorestação, agricultura e pecuária, as responsáveis pela emissão desmedida dos mesmos. De entre os vários gases existentes, há alguns especialmente nocivos: o dióxido de enxofre, causa principal das chuvas ácidas. Encontra-se principalmente na exploração de combustíveis fósseis, centrais eléctricas e fundições; o gás metano que se encontra sobretudo nos arrozais, nas lixeiras, estercos e campos petrolíferos: os cloros fluorcarbonetos, os mais nocivos, encontram-se nos frigoríficos, mas têm vindo a ser substituídos; o ozono, produzido essencialmente por carros velhos, o dióxido de carbono, o mais problemático pela quantidade que é emitida, é responsável por metade do aquecimento global. É muito difícil conseguir a sua redução, porque mexe com a economia dos países. O dióxido de carbono emitido resulta da utilização de combustíveis fósseis (carvão e petróleo) centrais termoeléctricas e industriais, portanto, o mesmo que dizer que tudo o que contribui para o enriquecimento e desenvolvimento dos países.

Energias Renováveis

Uma das principais preocupações, a nível ambiental, das pessoas sensatas, está relacionada com o aquecimento global da terra que se traduz nas alterações climatéricas.
A palavra progresso ganha sentido a partir da revolução industrial, altura em que o mundo das tecnologias e indústrias passou a ser sinónimo de desenvolvimento. O ser humano, em toda a sua genialidade, conseguiu mil e umas formas de transformar a energia em benefício próprio. A electricidade, os combustíveis, as indústrias foram o motor de arranque para o aparecimento dos países industrializados e ditos desenvolvidos. O impacte destas tecnologias e do aproveitamento da energia foi mal calculado ou, simplesmente, ignorado e hoje em dia estamos a sofrer as consequências do mau planeamento e uso abusivo destas formas de energia. Eles são responsáveis pela emissão dos vários gases com efeitos de estufa. A maioria dos países, e Portugal não é excepção, depende em larga medida do petróleo e do carvão para as suas indústrias. E estas duas das matérias-primas são das mais prejudiciais, nos seus efeitos.
É necessário criar energias alternativas que não prejudiquem o meio ambiente e que sirvam de igual modo os interesses do homem.
Portugal é um dos países europeus que detém das melhores condições para energias alternativas. Temos um país solarengo, situado no litoral e portanto favorável à ocorrência de ventos, com uma rede hidrográfica extensa. Parece impossível que menos produzem energia, dependendo das importações, já há alguns sinais de mudança, mas são ainda tímidos. Em alternativa ao petróleo e o carvão, podemos aproveitar a energia do vento, do sol e da água, ou seja, podemos aproveitar a energia eólica, hídrica e solar. Estas energias são renováveis e não são agressivas ao meio ambiente. São amigas do ambiente.

Que futuro para o nosso planeta...

Estando em causa o futura da vida sobre este nosso planeta, ou perigando a vida, não se compreende a inércia e a lentidão em dar passos para não tornar inviável a vida dos vindouros.
A mudança climatérica era, até há pouco tempo, um fenómeno natural. O que torna difícil, por vezes, perceber é onde termina a força da natureza e onde começa a intromissão do homem. Além disso, há vários fenómenos climatéricos dos quais ainda não conseguimos ter um profundo conhecimento e isto torna ainda mais complicada a maneira eficaz de agir.
Apesar de todas as dúvidas que ainda possam existir sobre as consequências do aquecimento, a comunidade científica parece concordar que a acção do homem e a emissão de gases tem de ser travada. Já se notam os efeitos tanto na Antártida como no Árctico, onde as camadas e a densidade do gelo têm vindo a diminuir. Ainda que sem certezas absolutas, consegue traçar-se um cenário do que poderá acontecer.
Por exemplo em Portugal, são visíveis a seca, os incêndios, a subida dos níveis das águas, o aumento das temperaturas no verão. Para não falar, a nível mundial, das cheias da perda de espécies animais e vegetais, da falta de água potável, da necessidade de aumento de energia para arrefecimento, do aparecimento de doenças relacionadas com o calor, do desaparecimento de ilhas, de cidades e de parte de países.
O que fazer? Para já, o governo dos vários países devem procurar reduzir drasticamente as suas emissões perigosas e preferir as tecnologias verdes não agressivas, se possível para além do estipulado pelo protocolo de Quioto, pois há quem o considere insuficiente. A cada um de nós compete gestos que estão ao nosso alcance, por exemplo: diminuição de consumo de energia e de água, opção pelos transportes públicos, separação de lixo para reciclagem, entre outros.

Protocolo de Quioto

A primeira vez que surgiu a preocupação com as alterações climatéricas foi em 1992, na Convenção das Nações Unidas sobre as alterações climatéricas, em que se alertava para a importância e impactes do aquecimento global. Mas como o que não é lei não constitui problema nem obrigação, não teve grande repercussão. Em 1997 surgiu a intenção de criar o PROTOCOLO DE QUIOTO, cujo objectivo era reduzir em 5% até 2012 as emissões de dióxido de carbono e potenciar a criação de infra-estruturas e tecnologias verdes que permitissem o desenvolvimento sustentável.
Para se tornar lei, este acordo tinha de ser ratificado por países que somassem 55%das emissões de GEF para atmosfera. Em nome da sua economia e desenvolvimento interno os Estados Unidos da América, responsáveis só eles, por 25%de gases emitidos, recusaram fazer parte do Protocolo. A Rússia, emissora de 17%de GEE, manteve-se indefinida até 2004. Somente a 16 de Fevereiro deste ano de 2005 foi possível fazer entrar em vigor as novas directrizes deste Protocolo.

Reduzir-Reciclar-Reciclar

Temos ouvidos falar de campanhas de sensibilização, desenvolvida pela sociedade Ponto Verde (spv), responsável pela maior parte da Reciclagem em Portugal. Isto diz respeito á separação dos diversos tipos de lixo. Os materiais que devemos separar são o vidro, os plásticos /metais e o papel/cartão. Dizem os entendidos que o vidro fica um milhão de anos na natureza sem se decompor; o plástico pode levar até quinhentos anos e há alguns que nunca chegam a decompor-se totalmente; as latas de refrigerantes levam de oitenta e cem anos a decompor-se; o papel e o papelão podem levar três a seis meses para serem absorvidos.
Pode parecer á primeira vista que tudo isto seja uma mania das novas gerações e que devem ser as crianças a começar a fazer isto. Não, não, isto de realizar acções de reciclar, reutilizar e reduzir é um serviço que se presta “Á NOSSA CASA COMUM – PLANETA TERRA ″– CASA ESTA ONDE VIVEMOS ″
As autoridades autárquicas têm já feito distribuição de contentores próprios para os resíduos acima descritos.
Compete a nós fazer a separação e colocar o material no devido contentor. Chama-se Ecopontos o local onde se encontram os contentores do papel/papelão, do vidrão, do plástico/metais e pilhão (pilhas). É verdade que há ainda falhas na distribuição dos Ecopontos, mas não espere ter cada família um á sua porta, pois a vida também é feita de sacrifícios e não só de comodidades. O preço que temos de pagar pela não separação ou reciclagem do lixo é demasiado alto para um esforço tão pequeno. E não se pense que falamos só do futuro do planeta, há igualmente questões económicas e políticas e já não dependemos exclusivamente de nós para conduzirmos o nosso país. Bruxelas exige de Portugal um esforço no sentido da reciclagem, senão pagaremos o preço que as suas multas nos ditarem.

Reciclagem-Dever Cívico

As questões ambientais tornam-se cada vez mais prementes, pois futuro da Humanidade, pode depender em muito delas.
Da nossa experiência como habitantes do planeta terra, podemos verificar que o seu processo de transformação e renovação é cíclico e, muitas vezes, culmina numa catástrofe como foi o caso dos dinossauros. Mas a menos que queiramos ser comparados a criaturas jurássicas, podemos usar a nossa inteligência para desempenhar um papel bem mais activo.
Cuidar do ambiente é um dever cívico de todos nós, mas sobretudo é um dever cristão. Temos obrigação de proteger o planeta e de criar condições necessárias para que os vindouros possam usufruir de tudo o que a natureza proporciona; no fundo, resume-se a uma questão de direitos, deveres e liberdade.
No campo da filosofia utiliza-se muitas vezes a máxima de que “ a minha liberdade termina onde começa a do outro ". Isto quer dizer que não devemos interferir nas condições de vida do próximo, temos de assegurar-se, no mínimo, as mesmas condições de que usufruímos. Cumprir este primeiro objecto não está a ser tarefa fácil. O meio ambiente tem-se degradado a um ritmo alucinante de ano para ano. Desde a década de oitenta do século passado, vários países do mundo tomaram consciência de que era urgente fazer algo pela terra e consideraram importante criar um desenvolvimento “sustentável”. Todos acordaram que o desenvolvimento industrial era essencial, mas sempre com a preocupação de respeitar o mais possível o meio ambiente, nomeadamente, através da criação de “indústrias verdes”. Isto funcionou, mas sempre parcialmente. Os países mais industrializados foram os que colocaram mais entraves e, ao fim de todos estes anos, ainda se vêem grandes potências recusar-se a assinar protocolos como os de Quioto, que prevê a redução da emissão de gases poluentes.