sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

sábado, 24 de janeiro de 2009

Formas e Cores da Vida Marinha

Admiráveis formas e cores da vida marinha! Que Maravilha!
Vamos preservar estes preciosos tesouros da Natureza! Vamos dizer NÃO à Poluição dos Oceanos.

domingo, 18 de janeiro de 2009

PRINCIPAIS FONTES DE ENERGIA

AS PRINCIPAIS FONTES DE ENERGIA
RENOVÁVEIS: resultam da acção directa do Sol na Terra.

Térmica --> Painéis solares -> Conversão directa em calor

Biomassa --> Aproveitamento da floresta e resíduos agrícolas e pecuária

Eólica --> Turbinas com 80 m de diâmetro -> Conversão em electricidade
Hídrica --> Aproveitamento da energia potencial da água armazenada em reservatório -> na produção de electricidade

Fotovoltaica --> Conversão directa em electricidade

Ondas --> Aproveitamento das ondas do mar-> na produção de electricidade




FÓSSEIS: da decomposição da matéria orgânica

Carvão --> Extraído em minas -> Gera calor -> Convertido em electricidade
Petróleo --> Extraído em jazigos -> Processado em refinarias em combustíveis
Gás --> Extraído em reservatórios -> Transportado em barcos -> Convertido em calor e em electricidade



NUCLEAR: da partição de núcleos atómicos

A partição controlada de Urânio em centrais --> Gera calor -> Convertido em electricidade

sábado, 17 de janeiro de 2009

PAZ Mundial


Dia da Paz
Desde 1968 que, anualmente, se comemora no dia 1 de Janeiro, o Dia Mundial da Paz.
Desde então, todos os anos intitulam-se com temas bastante aliciantes. O Tema deste ano de 2009 intitula-se: “Combater a Pobreza, Construir a Paz”. Todos anseiam por viver em paz consigo e com os outros mas, sem motivo justificativo, esta desaparece inexplicavelmente. A paz supõe confiança, perdão, colaboração, sacrifício, união, etc. Não é possível, quando há ódio, vingança, desprezo, injustiças… Devia haver colaboração entre as pessoas, famílias e comunidades.
Voltando ao tema deste ano, verifica-se que um grande obstáculo à paz é a desproporção da riqueza entre pobres e ricos, resultando da ausência de fraternidade entre uns e outros. Devia haver colaboração entre pessoas, famílias, comunidades e nações, em ordem a um desenvolvimento humano. Infelizmente, há condições de extrema pobreza, originando revolta de populações, jovens que se entregam ao roubo, ofensas à dignidade da pessoa como tal. Todos têm direito a um mínimo de condições de vida. Entre nações ricas gera-se marginalização com prepotência de uns sobre os outros. O super-desenvolvimento traz, por vezes, consequências negativas e contraditórias e abusos condenáveis. Os ambiciosos não descansam enquanto não se apropriam do que é dos outros. Custa aos pobres viverem junto dos bens que outrora pertenceram às suas famílias, e hoje são possuídos por ricos.
A nossa tarefa como jovens (ainda crianças do 5º ano de escolaridade) cabe-nos a tarefa árdua de lutar e contribuir para a construção de um mundo melhor, por um mundo mais fraterno,mais justo, com menos assimetrias sociais e, como dizia no início da apresentação electrónica das bandeiras do Mundo com mensagens de PAZ na festa de Natal da nossa escola, em que uma nossa colega do 9.º ano escreveu: “As próximas gerações necessitam de um Mundo melhor…
Um Mundo de PAZ!... “

Desejamos a toda a comunidade educativa do nosso agrupamento, um ano de 2009 com muita paz.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Receitas de Natal

Rabanadas Douradas ou Fidalgas

Ingredientes:
12 fatias de pão de véspera (cacete);
5 dl de leite;
1 colher de sopa de manteiga;
350 g de açúcar;
2 paus de canela;
2 casquinhas de limão;
8 gemas;
1 clara de ovo;
canela em pó;
1 cálice de vinho do Porto (facultativo).

Preparação:
Leva-se o leite ao lume com manteiga, três colheres de sopa de açúcar, um pau de canela, uma casca de laranja e uma pitada de sal. Deixa-se ferver durante 5 minutos. Passam-se as fatias por este leite e dispõem-se numa travessa ou sobre uma toalha para absorver o leite. Noutro recipiente largo e baixo, leva-se o restante açúcar ao lume com 4 dl de água, um pau de canela e uma casca de limão. Deixa-se ferver durante 10 minutos. Entretanto batem-se muito bem as gemas com a clara. Passam-se as fatias de pão pelos ovos, introduzem-se duas a duas na calda de açúcar a ferver, e deixam-se cozer, primeiro de um lado e depois do outro. Entre a cozedura de cada par de rabanadas, adiciona-se um cálice de água fria à calda. Polvilham-se as rabanadas com canela e, finalmente, regam-se com a calda a que se adicionou um cálice de vinho do Porto. Servem-se no dia seguinte.


Roupa Velha

Preparação:
Cortam-se aos bocadinhos a couve, o bacalhau e as batatas que sobraram da Consoada. Picam-se alguns dentes de alhos e alouram-se em azeite. Juntam--se as couves, o bacalhau e as batatas, mexe-se e deixa-se ao lume apenas o tempo necessário para aquecer bem.

Atenção:
Este prato é feito apenas com os restos da Consoada, que já se fez mais abundante para que a roupa-velha possa ser feita no almoço do dia de Natal.


Bolinhos de Jerimu

Ingredientes:
2kg de abóbora-menina (jerimu)
5 colheres de sopa de açúcar
60g de farinha
1 colher de chá fermento em pó
5 ovos
1 cálice de vinho do Porto
Raspa da casca de 2 limões

Preparação:
Começa-se por cozer a abóbora em água temperada com um pouco de sal. Passa-se por um passador e espreme-se o puré obtido dentro de um pano, para se retirar toda a água. Junta-se ao puré de abóbora a farinha com o fermento, as gemas, o açúcar, a raspa das cascas dos limões em vinho do Porto. Mexe-se bem.
Por fim, adicionam-se as claras batidas em castelo bem firme.
Fritam-se colheradas desta massa em óleo bem quente.
Servem-se os bolinhos polvilhados com açúcar e canela.


Caixinhas de ovos de Natal

Ingredientes:
massa folhada: 1 pacote;
molho bechamel: 1 chávena;
natas: 1 pacote;
ovos: 8;
pimenta: q.b.
presunto: 75 gr.
queijo parmesão: 2 colheres de sobremesa;
sal: q.b.
salsa: q.b.
vinagre: gotas

Preparação:
Descongele a massa folhada à temperatura ambiente (se for o caso) e estenda-a sobre uma superfície polvilhada de farinha, com o auxílio de um rolo da massa. Corte círculos de massa de diâmetro suficiente para que possa forrar pequenas forminhas metálicas untadas e polvilhadas. Com a massa folhada que sobrar, corte pequenas estrelas, coloque-as sobre um tabuleiro polvilhado e leve a forno pre-aquecido durante uns minutos, até dourarem e crescerem um pouco. Retire do forno e reserve. Escalfe os ovos um a um, em água temperada com sal e vinagre ou limão. Reserve-os. Tempere o bechamel com o queijo, junte as natas e metade do presunto picadinho, e mexa muito bem. Em cada forminha de massa deite meia colher de sopa de molho, um ovo escalfado, por cima meia colher de sopa de bechamel e polvilhe com salsa picada e presunto picado. Leve as caixinhas a forno pré-aquecido, durante 10 minutos. Decore cada caixinha com uma estrela de massa folhada e sirva morno.

A Árvore de Natal

A história da Árvore de Natal vem de longe, muito longe. O pinheiro foi sempre a árvore escolhida por duas razões: porque acreditavam que trazia felicidade e porque as suas folhas não caem nunca e se mantêm verdes, mesmo quando fustigadas pelo vento forte ou cobertas de neve. O pinheiro representava tudo o que nunca acaba.
Há muitos anos atrás era hábito representar-se no largo da igreja ou dentro dela, uma peça religiosa tirada de uma cena bíblica.
Quase sempre era a história de Adão e Eva. O cenário do paraíso era representado por um pinheiro de cujos ramos pendiam maçãs e rosas de papel. Se a peça se desenrolasse dentro da igreja, a árvore erguia-se no centro de um círculo formado por velas acesas. A representação das cenas bíblicas caiu em desuso, mas as pessoas conservaram o costume de enfeitar nas suas casas uma Árvore do Paraíso, com maçãs e flores.
Os enfeites foram mudando ao longo dos anos. Depois das maçãs, rosas de papel e guloseimas, passaram a figurar no pinheiro, bolachas modeladas em massa branca com vários feitios: estrelas, anjos e corações. A estes enfeites juntaram-se os fios dourados, as nozes douradas ou prateadas e os brinquedos.
O hábito de iluminar a Árvore de Natal começou no século XVIII.
Havia quem achasse que só se deviam colocar no pinheiro doze velas acesas, para simbolizar os doze meses do ano.
Por volta de mil oitocentos e cinquenta apareciam as decorações em vidro e em cristal e as bolas vermelhas substituíram as maçãs do Paraíso. Ainda hoje a cor vermelha é a cor preferida para as decorações de Natal.
À volta da Árvore de Natal, era costume cantarem-se canções alusivas ao Menino Jesus e à fraternidade entre os homens.

O Presépio

Durante a quadra do Natal, em todas as igrejas e na maioria das casas onde se festejam o Natal, é armado um presépio.
Este costume extremamente antigo terá tido origem com S. Francisco de Assis.
Conta a lenda que, numa noite de Natal, em Grecchio, aldeia próxima de Assis, em Itália, o santo organizou, com a participação de pessoas e animais da terra, uma representação cujo tema era o nascimento de Jesus.
Um bebé, que fazia o papel de Menino Jesus, estava deitado numa manjedoura cheia de palha, ladeado por um burro e por uma vaca.
Todos os habitantes da aldeia empunhavam archotes e grandes velas, iluminando a noite. Este costume foi retomado por outros religiosos e acabou por se espalhar por todas as igrejas. A pouco e pouco as pessoas foram sendo substituídas por figuras de cera ou de barro.

Cavalinho, cavalinho

Cavalinho, cavalinho
Que baloiça e nunca tomba;
Ao montar meu cavalinho
Voo mais do que uma pomba!


Cavalinho, cavalinho,
De madeira mal pintada:
Ao montar meu cavalinho
As nuvens são minha estrada!


Cavalinho, cavalinho
Que meu pai me ofereceu:
Ao montar meu cavalinho
Toco as estrelas do céu!


Cavalinho, cavalinho
Já chegam meus pés ao chão:
Ao montar meu cavalinho
Que triste meu coração!...


Cavalinho, cavalinho
Passou tempo sem medida:
Tu continuaste baixinho
E eu tornei-me tão crescida.
Cavalinho, cavalinho
Por que não cresces comigo?
Que tristeza, cavalinho,
Que saudades, meu Amigo!


Matilde Rosa Araújo, O Livro da Tila

A Desdita da Menina da Fita

Levava um jarrinho
Para ir buscar vinho.
Levava um tostão
Para comprar pão;
E levava uma fita
Para ir bonita.

Correu atrás
De mim um rapaz:
Foi o jarro para o chão,
Perdi o tostão,
Rasgou-se-me a fita…
Vejam que desdita!

Se eu não levasse um jarrinho,
Nem fosse buscar vinho,
Nem trouxesse a fita
P’ra ir bonita,
Nem corresse a trás
De mim um rapaz
Para ver o que eu fazia,
Nada disto acontecia.

Fernando Pessoa

Como Assistir a um Espectáculo

Não sair do lugar enquanto decorre o espectáculo
Não incomodar os actores ou espectadores com “bocas” indesejáveis
Bater palmas no momento certo
Não comer nem beber no espectáculo
Não filmar nem tirar fotografias
Prestar atenção ao espectáculo
Estar quieto
Permanecer em silêncio
Desligar o telemóvel
.

Regras da Sala de Aula



Não arrastar nem cadeiras nem mesas
Não assobiar nem espreguiçar-se
Não mastigar pastilha elástica nem usar boné
Trazer sempre o material necessário
Deixar a sala de aula arrumada e limpa
Entrar e sair da saula de aula de forma ordenada
Ser pontual e assíduo
Repeitar as regras de trabalho de grupo ou de pares
Estar atento e concentrado nas tarefas
Respeitar os Professores e os Colegas
Pedir a palavra para falar.